O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos

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Ficha Técnica

  • Direção: Peter Jackson.
  • Roteiro: Fran Walsh, Phillipa Boyens, Peter Jackson e Guillermo Del Toro.
  • Elenco: Martin Freeman, Sir Ian McKellen, Richard Armitage, Lee Pace e mais.
  • Gênero: Ação, Aventura e Fantasia.
  • Lançamento: 11 de dezembro de 2014 – 144 min.

 

Último filme da trilogia de O Hobbit, A Batalha dos Cinco Exércitos nos leva não apenas à conclusão da épica jornada de Bilbo Bolseiro, como também nos despede oficialmente da Terra Média e seus encantos. Antes de começarmos, uma pequena sinopse:

Após ser expulso de Erebor pelos anões, Smaug ataca a Cidade do Lago, causando muitos incêndios e muita destruição. Bard, com a última flecha negra, consegue derrota-lo, assume a liderança do que restou do povo de Esgaroth e os conduz até a antiga cidade de Valle. A notícia da morte de Smaug se espalha rapidamente, o que leva a uma batalha pela Montanha Solitária por conta de sua localização estratégica e suas riquezas. Thorin está decidido a proteger sua terra-natal, mas sua situação se complica quando ele começa a desenvolver a mesma doença de seu avô.

Bem, pessoal. Eu tenho assistido ao filme nos últimos dias, hoje li o livro (o que explica o atraso nessa postagem) e li também diversas resenhas e críticas. Eu concluí o seguinte: Hobbit 3 não foi amado pelos fãs de Tolkien. Das cinco críticas que eu li, uma foi favorável. Infelizmente, eu preciso concordar com as outras quatro.

Antes que venham chorar no meu ouvido “MIMIMI É UMA ADAPTAÇÃO” “MIMIMI FÃ CHATA” e esse tipo de coisa, leiam tudo.

Não achei o filme ruim, muito pelo contrário. A fotografia e os efeitos especiais estão ótimos, deu uma boa conclusão ao que ficou em aberto nos últimos dois filmes e a atuação foi maravilhosa. Contudo, ele ainda nos deixa muitas dúvidas, as quais eu realmente só consegui sanar ao ler o livro.

 

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Eu fiquei impressionada com a quantidade de personagens que foram acrescentados ao filme. Na boa mesmo. Pensei que eram apenas a Tauriel (que foi criada exclusivamente pro filme, mas que eu acho que deveria existir no livro, porque ela é foda) e o Legolas, mas gente. Tem muita gente! Pra vocês terem uma noção, o nome do Thranduil não é nem mencionado, ele é tratado apenas como o Rei Élfico. O Sauron, então? Não vou nem falar nada…

Após a leitura do livro, eu preciso concordar com os que dizem que O Hobbit não precisava, e não devia, ter sido transformado numa trilogia. Isso foi puramente um jogo de marketing, além de mais uma tentativa escrota de Peter Jackson de aproximar O Hobbit e O Senhor dos Anéis – o que ele faz a todo o momento, de forma irritante e desnecessária.

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O embate entre Smaug e Bard, uma das partes mais legais da história E do filme, é concluído em onze minutos e a batalha que dá ao filme seu nome dura cerca de meia hora; o personagem que deveria ser o principal, Bilbo Bolseiro, aparece muito pouco, enquanto personagens que deveriam ser secundários, como Azog, recebem uma atenção enorme sem motivos e pouco ou nada se fala do que acontece com os anões após a catastrófica batalha.

Em contrapartida, eu fiquei muito emocionada com a conclusão dada ao romance entre Tauriel e Kili, além de toda a relação construída entre o Bilbo e os anões, especialmente o Thorin – eles dois protagonizam as cenas mais belas do filme –; adorei todas as cenas com o Thranduil, que é a diva que todos nós queremos copiar; a cena em Dol Guldur, o embate entre alguns membros do Conselho Branco e Sauron e seus lacaios, foi realmente MUITO foda; as cenas da batalha estão muito bem construídas e foi uma emoção muito grande descobrir o pai da Merida² como um pungente rei dos anões!

No geral, estou bastante decepcionada com essa conclusão, mas ainda assim me é um filme muito querido, porque eu sou muito apaixonada pelo universo criado por Tolkien e tudo que ele envolve, e que eu definitivamente compraria pra ter em casa!

 

“– Se alguma vez passarem por meu caminho – disse Bilbo –, não hesitem em bater na porta! O chá é servido às quatro, mas qualquer um de vocês será bem-vindo a qualquer hora.”

 


P.S¹.: Os personagens mais perfeitos do filme inteiro: O cabrito-montês, o javali e o cervo mais majestoso do mundo.

P.S².: Billy Connolly, ator que interpreta Dáin, primo de Thorin, também foi a voz do pai de Merida, Fergus, em Valente.


 

Então é isso, pessoal! Se vocês gostaram, sigam o blog pra mais conteúdo divertido assim, comentem aqui em baixo e compartilhem prezamigue verem. Se vocês não gostaram, façam tudo isso assim mesmo porque sim! Se vocês têm alguma sugestão, me digam nos comentários ou me mandem um e-mail (o endereço está ali na descrição, embaixo da minha foto divônica).

 

SAVE THE DATE: 15/02, um domingo também, onde falarei sobre a série Under the Dome!

 

 

Abraços quentinhos!

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